Comparecimento às urnas pode atualizar a comprovação automaticamente de “prova de vida”
Aposentados, pensionistas e beneficiários de auxílios assistenciais pagos pelo INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) que comparecerem às urnas poderão ter o registro eleitoral usado como prova de vida. O procedimento de revisão anual é focado em identificar se o titular do benefício continua vivo para garantir a manutenção de pagamentos.
A informação é recebida pelo instituto por meio do cruzamento de bases de dados, sem que o beneficiário precise apresentar o comprovante de votação para essa finalidade. O mecanismo também vale para eleitores com 70 anos ou mais, faixa etária em que o voto é facultativo.
Deixar de votar, porém, não implica perder a aposentadoria, a pensão ou outro benefício. Quando não há registro de comparecimento eleitoral, o INSS procura outras informações em bases públicas para confirmar que o titular está vivo. A pessoa só poderá ser convocada a regularizar a prova de vida se o instituto não encontrar dados suficientes.
Vale lembrar que os 60+ representaram 23,2% do eleitorado nacional, o equivalente a quase um em cada quatro eleitores.
O primeiro turno das eleições acontece no próximo domingo, dia 4 de outubro, e mesmo sendo facultativo o voto de quem tem 70 anos ou mais, vale á pena ir as urnas, já que o voto desse público é quase decisivo, além desse ato já garantir a “prova de vida” para o INSS.
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