Quem está na faixa dos 60 anos certamente se lembra do Snoopy, amigo do Charles Brown, que começou a fazer sucesso nas tirinhas e ganhou o mundo com os mais diversos produtos.
O cãozinho da raça Beagle virou moda, se tornou um ícone da cultura pop, devido sua personalidade extrovertida e sonhadora, mesmo sem falar uma única palavra. Não há referência de imagem melhor sobre o Snoopy do que ele deitado no teto da sua casinha olhando as estrelas.
Completando 75 anos, quem era adolescente no Brasil na década de 70/80 certamente já enviou um cartão tendo o Snoopy como tema, fez coleção de papel de carta – na época era moda – ou tinha o seu em pelúcia.
Os meninos conquistavam as garotas com presentes sobre o tema, era uma verdadeira “febre” e quem tinha cachorro em casa, certamente era da raça Beagle.
Nas histórias, Snoopy era o cachorro de estimação de Charlie Brown, um garoto azarado e melancólico, que tinha Linus van Pelt como amigo – aquele que vivia carregando um cobertor. A turma era composta ainda pela Lucy, irmã mais velha de Linus, com temperamento forte, do Schroeder que tocava piano e era apaixonado por Beethoven e pelo Woodstock, o passarinho amarelo parceiro do Snoopy. Lembrou?
Com o tempo Snoopy foi perdendo as prateleiras no Brasil e ficou mais na lembrança do que em produtos que poderiam ser encontrados em lojas, mas … quem um dia falou que o que é bom sempre volta, tinha toda razão. O delicioso personagem ganhou agora a nova geração e volta com tudo na moda.
Se existe mesmo choque de gerações, o Snoopy é a conexão entre elas. Agora é aproveitar para pegar emprestado a camiseta de Snoopy da neta, o caderno do neto, o boton do sobrinho, e por que não voltar a mandar cartões para quem se gosta?
Quem está na faixa dos 60 anos certamente se lembra do Snoopy, amigo do Charles Brown, que começou a fazer sucesso nas tirinhas e ganhou o mundo com os mais diversos produtos.
O cãozinho da raça Beagle virou moda, se tornou um ícone da cultura pop, devido sua personalidade extrovertida e sonhadora, mesmo sem falar uma única palavra. Não há referência de imagem melhor sobre o Snoopy do que ele deitado no teto da sua casinha olhando as estrelas.
Completando 75 anos, quem era adolescente no Brasil na década de 70/80 certamente já enviou um cartão tendo o Snoopy como tema, fez coleção de papel de carta – na época era moda – ou tinha o seu em pelúcia.
Os meninos conquistavam as garotas com presentes sobre o tema, era uma verdadeira “febre” e quem tinha cachorro em casa, certamente era da raça Beagle.
Nas histórias, Snoopy era o cachorro de estimação de Charlie Brown, um garoto azarado e melancólico, que tinha Linus van Pelt como amigo – aquele que vivia carregando um cobertor. A turma era composta ainda pela Lucy, irmã mais velha de Linus, com temperamento forte, do Schroeder que tocava piano e era apaixonado por Beethoven e pelo Woodstock, o passarinho amarelo parceiro do Snoopy. Lembrou?
Com o tempo Snoopy foi perdendo as prateleiras no Brasil e ficou mais na lembrança do que em produtos que poderiam ser encontrados em lojas, mas … quem um dia falou que o que é bom sempre volta, tinha toda razão. O delicioso personagem ganhou agora a nova geração e volta com tudo na moda.
Se existe mesmo choque de gerações, o Snoopy é a conexão entre elas. Agora é aproveitar para pegar emprestado a camiseta de Snoopy da neta, o caderno do neto, o boton do sobrinho, e por que não voltar a mandar cartões para quem se gosta?
O personagem “vintage” voltou com tanta força, que o Hotel Wyndham Ibirapuera em São Paulo, tem agora quatro apartamentos temáticos do Snoopy. Cada um deles traz uma aventura diferente, como o Snoopy Escoteiro e Aviador.



