Consumidor amplia uso do consórcio

O setor de consórcios ampliou sua atuação ao longo de 2025 e avançou para além dos tradicionais imóveis e veículos, registrando alta na procura por eletroeletrônicos, reformas e serviços de maior valor agregado. Dados da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (ABAC) indicaram crescimento relevante no segmento de bens móveis duráveis durante o ano passado.

Celulares de última geração, computadores e outros equipamentos eletrônicos figuraram entre os itens mais procurados por meio da modalidade em 2025. O consórcio foi utilizado como mecanismo de compra planejada, permitindo a formação de crédito ao longo do tempo, sem incidência de juros compostos. A previsibilidade das parcelas favoreceu o controle orçamentário em um ambiente de crédito bancário com taxas elevadas.

Além dos eletroeletrônicos, houve expansão da modalidade para serviços e experiências. Procedimentos estéticos, cursos de especialização, viagens e reformas residenciais passaram a integrar os objetivos financiados por meio de grupos de consórcio. A diversificação reflete mudança no perfil do consumidor, que busca estruturar aquisições de maior valor sem comprometer o orçamento mensal.

Após a contemplação, que ocorre por sorteio ou lance, o participante recebe a carta de crédito, instrumento que garante poder de compra à vista. Esse mecanismo permite negociar diretamente com fornecedores e escolher o bem ou serviço dentro das regras contratuais. A flexibilidade de utilização contribui para ampliar o alcance da modalidade em diferentes segmentos da economia.

Em 2026, o consórcio mantém protagonismo como alternativa para quem deseja planejar aquisições sem recorrer a empréstimos com juros elevados. A previsibilidade das contribuições mensais e a ausência de juros são apontadas como fatores que sustentam a adesão à modalidade, especialmente entre consumidores que não têm urgência imediata, mas buscam organizar projetos de médio e longo prazo.

O consórcio vem sendo utilizado não apenas para aquisição de bens duráveis, mas também como instrumento de organização financeira. O modelo permite alinhar objetivos pessoais, como atualização tecnológica, capacitação profissional ou melhorias residenciais, a um planejamento estruturado.

A ampliação do uso da modalidade ao longo de 2025 e sua continuidade em 2026 indicam mudança no comportamento de consumo, com maior valorização do planejamento e da previsibilidade financeira. O avanço dos consórcios de eletroeletrônicos e serviços reforça a diversificação do setor e sua adaptação às novas demandas do consumidor brasileiro.

Fonte: Evoy Consórcios

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Patricia Campos
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