Novo ‘MasterChef+’ reúne cozinheiros acima dos 60 anos

Ao longo de seis episódios, os competidores vão enfrentar missões como um bingo gigante, cozinhar em dupla, Caixa Misteriosa e, pela primeira vez, um desafio em equipe.

A Band estreia hoje, às 21h30, a segunda temporada do MasterChef+, que reúne cozinheiros amadores com idades entre 60 e 86 anos. O público vai acompanhar uma disputa onde a experiência faz toda a diferença. A atração começa com a tradicional seletiva. Vinte candidatos, vindos de diversas regiões do Brasil, encaram as câmeras em rede nacional pela primeira vez. 

Cada um irá apresentar uma iguaria autoral, que represente sua história, para tentar agradar ao paladar de Erick Jacquin, Helena Rizzo e Henrique Fogaça. O objetivo é um só: conquistar um dos 12 aventais, passaporte imprescindível para a maior competição gastronômica do país. 

Ao longo de seis episódios, os competidores vão enfrentar missões difíceis, como um bingo gigante, cozinhar em dupla alternando quem fica à frente das panelas, Caixa Misteriosa e, pela primeira vez, um desafio em equipe. A presença do pai de um dos jurados em uma ocasião surpresa também promete deixar as emoções à flor da pele.

Competição e diversão

Segundo Ana Paula Padrão, o MasterChef+ é uma de suas temporadas favoritas. “É muito bom trabalhar com quem não está aqui necessariamente para vencer, e sim para se divertir, para buscar uma alternativa de vida e mostrar que os sonhos são possíveis independente de quantos anos você tem. São participantes tranquilos, sensatos e que sabem exatamente por que estão ali”, diz ela.

Em meio a clássicos e reinvenções, eles mostram que de comida afetiva todos entendem. “Sempre ressalto que nossa mente é o nosso lar. Se a pessoa mantém o cérebro ativo, seja lendo um livro, aprendendo uma língua, fazendo um esporte ou cozinhando, ela terá qualidade de vida na velhice. O MasterChef+ vai mostrar isso para quem estiver assistindo”, salienta Henrique Fogaça.

Após a avaliação, cada jurado revela se o participante deve ou não permanecer no jogo. Aqueles que conseguirem dois ou mais votos favoráveis, seguem no embate. “É a minha temporada favorita porque os competidores não têm nada a ganhar ou perder. Eles estão ali com outro objetivo. Tem muita história e todo mundo gosta de mim, mas se fizer alguma coisa que eu não goste, pego pesado”, brinca Erick Jacquin.

Segundo Helena Rizzo, o MasterChef+ acaba sendo um aprendizado. “Temos muitas figuras incríveis, com trajetórias bem diferentes. Acho que precisamos escutar os mais velhos porque sempre existe algo para evoluir. Com eles, me sinto muito no lugar de aprendiz. Julgo a partir das minhas experiências, mas com abertura para ouvir cada um, pois há um respeito muito grande ali”, conclui a chef.

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Patricia Campos
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