Como economizar e evitar dores de cabeça usando Pix em viagens internacionais

Viajar para o exterior exige planejamento financeiro e, cada vez mais, esse planejamento passa pelo uso de meios de pagamento digitais. O Pix se mostra como uma alternativa válida para os brasileiros em países como Argentina, Paraguai, Uruguai, Chile, Costa Rica, Estados Unidos, Portugal, França e Espanha, demonstrando que este modelo brasileiro começa a se consolidar como alternativa prática, econômica e segura.

1) Compare tarifas e taxas antes de decidir entre Pix ou cartão de crédito

Embora o cartão seja amplamente aceito, ele envolve custos como IOF mais alto e variações cambiais. O Pix, quando operado por plataformas habilitadas, pode reduzir significativamente essas despesas.

Ao utilizar o Pix em pagamentos internacionais, o turista diminui incertezas cambiais e reduz custos que muitas vezes passam despercebidos no cartão tradicional. Além disso, utilizando o cartão, o viajante nem sempre percebe tarifas e taxas que podem encarecer a viagem. Fora que em alguns casos, o turista só percebe o impacto quando recebe a fatura com alterações cambiais aplicadas, o que pode gerar surpresas desagradáveis.

2) Priorize pagamentos digitais para aumentar a segurança

Quem viaja sempre já sabe que levar grandes quantias em espécie aumenta riscos. Já o Pix permite transações instantâneas e rastreáveis, com menos exposição a fraudes ou perdas.

“No quesito segurança, o Pix oferece um nível superior ao do dinheiro físico. Outro ponto importante é que elimina a necessidade de realizar câmbio imediato ao chegar ao destino. É comum vermos turistas estrangeiros em casas de câmbio nos aeroportos, mas com o Pix esse problema deixa de existir.

3) Utilize o Pix para pequenas compras e gastos do dia a dia

Compras rápidas como refeições, transporte e entradas em atrações podem ser pagas via Pix, evitando a necessidade de trocar moeda repetidamente.

O Pix realmente veio para facilitar a vida de todos, ele simplifica esses gastos do dia a dia. Aliás, é justamente nessas microtransações diárias que o turista mais perde dinheiro com câmbio desfavorável. Quem nunca pensou ‘não é tão caro, vamos comprar’, mas no fim da viagem se deparou com um valor muito maior por conta dessas variações.

4) Use o Pix para evitar variações cambiais inesperadas

Flutuações repentinas no câmbio podem encarecer a viagem, especialmente quando o cartão de crédito faz a conversão apenas no fechamento da fatura. O Pix, quando habilitado para uso internacional, oferece maior previsibilidade.

Com o Pix, o viajante sabe exatamente quanto está pagando no momento da transação. Essa transparência reduz riscos e facilita o controle do orçamento, sobretudo em períodos de alta volatilidade.

5) Organize seus comprovantes digitais para facilitar o controle financeiro

Como o Pix registra todas as operações instantaneamente, os comprovantes ajudam no  gerenciamento do orçamento da viagem.

Fonte: Carlos Henrique, CEO da Sttart Pay 

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Patricia Campos
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