InícioArtigosConsumidor 60+8 dicas para escolher sapatos ideais para idosos

8 dicas para escolher sapatos ideais para idosos

Saber onde comprar sapatos para idosos é importante, assim como escolher corretamente os modelos ideais para assegurar a segurança e o conforto dessas pessoas no dia a dia. Essa é uma maneira de evitar acidentes, lesões e dores, tanto nos pés quanto em outras partes do corpo””como pernas e coluna.

Pessoas de mais idade necessitam de cuidados especiais e isso requer uma atenção especial na hora de fazer escolhas.

Antes de mais nada, é importante buscar peças confiáveis, seguras e que possam garantir a saúde dos pés em qualquer momento. Tudo isso vai proporcionar maior bem-estar e confiança para realizar as atividades.

É imprescindí­velque os sapatos se adaptem ao tamanho e ao peso do idoso, garantindo que sejam modelos realmente confortáveis e que levam mais comodidade ao caminhar.

Outra tarefa é analisar se há alguma caracterí­stica no pé da pessoa que necessite de um cuidado especial. Por exemplo: pessoas que sofrem de joanete precisam de um sapato que não aperte tanto o local afetado, assim como acontece com os idosos que possuem problemas de circulação

Nesses casos, peças mais leves e flexí­veis são ideais.Vale mencionar que exemplares apertados ou grandes demais podem causar desconforto, feridas, dificultar os movimentos, machucar os pés e, ainda,causar acidentes. O espaço deveabrigar perfeitamente os pés””tanto de comprimento quanto de largura.

Sapatos para pessoas mais velhas precisam ter uma parte traseira adequada eestável. Para completar, é interessante apresentarum bom amortecimento, evitando que a própria peça cause incômodos em algum momento.

Em geral, a pessoa precisa se sentir completamente confortável, sem perceber nenhuma parte que possa machucar ou incomodar. Uma ótima dica é experimentar os dois pés antes de fazer uma compra, assegurando que o par escolhido é apropriado.

Em relação à altura, o indicado é que as peças não passem de dois centí­metros, levando em consideração que a parte traseira deve ser um pouco maior do que a da frente. Ao mesmo tempo, osolado deve aderir bemao solo.

Os saltos altos (especialmente para as mulheres) não precisam ser proibidos se não houver algum motivo de força maior, como uma contraindicação médica. No entanto, a medida certa é usar com moderação e evitar os modelos muito elevados.

Busque escolher peças que sejam mais presas ao pé ou totalmente fechadas para prevenir os tombos e tropeções. Calçados muito soltos costumam ser perigosos, sobretudo ao andar em superfí­cies desniveladas.

Uma boa ideia é optar pelos modelos que sejam fáceis de colocar e ajustáveis””com a utilização de um velcro, por exemplo, que ainda ajuda quem tem pouca mobilidade. Prenda o suficiente para não ficar apertado nem largo demais.

Por sua vez, os chilelos devem ter o uso controlado, pois nem toda ocasião será adequada para caminhar com eles. Mesmo dentro de casa, é essencial ter atenção com os desní­veis e com os pisos muito lisos.

Outros aspectos frequentemente passam despercebidos, como é o caso do solado. Porém, saiba que esse também é um ponto que merece reparo. Quando a sola é toda lisa, as chances de escorregões e acidentes ficam maiores.

Por conta disso, é comum encontrar solados trabalhados que dificultam as quedas”” melhor ainda se eles forem antiderrapantes.

Outra dúvida recorrente está relacionada à necessidade de usar (ou não) palmilhas. Todo calçado já vem com uma palmilha embutida, o que oferece uma sensação mais aconchegante. Aliás, esse é outro item que vale a pena conferir antes de adquirir um sapato.

Ainda assim, existem aquelas especí­ficas para tratar problemas já diagnosticados, como fascite plantar, esporão calcãneo, tendinite, pisada e outros. Como têm um efeito terapêutico, as palmilhas ortopédicas devem ser prescritas por um médico após avaliação individual.

Existem vários tipos de calçados ortopédicos , desde oschinelos (prefira os mais fechadinhos) atésandálias ,mocassins ,sapatos ebotas . Eles são peças feitas especialmente para garantir o conforto e a segurança das pessoas, incluindo os idosos.

Inclusive, existem modelos que sãoproduzidos de acordo com o próprio formato do pé, o que tende a facilitar a pisada, evitar dores e oferecer um suporte para que todas as funções sejam realizadas por cada pontinho dos pés.

Esse tipo de calçado ainda se adapta a pessoas que possuem questões particulares, como é o caso de quem sofre com joanete, pé diabéticoe outros.

Em vista disso, é importante tratar da saúde dos pés com precaução. Ao sentir qualquer desconforto, o ideal é buscar um profissional especialista para cuidar da situação. Um ortopedista é capaz de avaliar cada paciente e oferecer as melhores orientações para o caso.

Imagine que um calçado inadequado pode piorar o seu incômodo ou, então, melhorar um problemae provocar outra complicação. Nesse sentido, os ortopédicos são realmente as melhores alternativas por serem personalizados.

Considerando os fatores estratégicos para a terceira idade, procure fugir dos modelos que apresentam as seguintes caracterí­sticas:

  • estreitos: que não conferem estabilidade para realizar as atividades do dia a dia;
  • largos: que não oferecem segurança e facilitam as quedas;
  • apertados: que são incômodos e atenuam diversos problemas;
  • altos: que podem causar desconforto, dores e acidentes.

Outra dicapara toda a vida é não insistir por muito tempo em calçados que já estão desgastados. Com o tempo, é natural que eles percam a capacidade de amortecimento, a estabilidade, entre outros detalhes que são capazes de prejudicar o bem-estar.

 

Texto: Guilherme Donadeli

Fonte: https://doctorshoes.com.br/

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